domingo, 14 de dezembro de 2008

EnCruzilhada

Não lhe chamava caminhos...chamava-lhes antes, ENCRUZILHADAS!!
Daquela reais, que caminham lado-a-lado com a nossa vida...daquelas que não sabemos decifrar, por mais que tentemos...porque serão sempre encruzilhadas!!
Cerradas, semi-escuras, entre-abertas, senão mesmo fechadas ao futuro e às consequências.
Inquietantes, arrepiantes, desconcertantes no presente sentido, pensado, vivido.
Minhas, tuas, nossas? Ou dela? Da vida? O que quererá ela, a vida, dizer-nos, com esta encruzilhada?
Alguma vez conseguiremos decifrar a mensagem?
Quem sabe um dia...ou quem sabe, não seja esse o propósito...talvez o propósito seja, apenas, percorrer mais esta encruzilhada...com os olhos semi-cerrados e com os pés pouco acentes no chão...mas com a loucura e a tenacidade que esta encruzilhada nos pede!!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Um ano...

Faz hoje um ano...que te encontrei nesse caminho que julgava não cruzar com o meu...
faz hoje um ano...que te encontrei nesse lugar, como que aguardando a minha chegada...
faz hoje um ano...que senti no teu, o meu olhar...
faz hoje um ano...que me deixei embalar pelas tuas mãos suaves...
faz hoje um ano...que sorri, sonhei, e até amei...

agora...que não posso fugir para esse lugar a qualquer hora
agora...que não posso olhar-te na profundidade
agora...que não posso sentir as tuas maõs...

sonho...revejo momento a momento...e sorrio somente porque, um dia...aconteceu!!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Erro

Talvez o meu erro tivesse sido amar...amar sem medos e sem medidas...
Sem medo do que o dia seguinte reservava, sem medo do que os olhares ocultos vissem, sem medo de ser levada por esse intenso sentimento...
Sem medidas no tempo dispensado, sem medidas no espaço partilhado, sem medidas na entrega...
Talvez o erro tivesse sido sido amar sem medos e sem medidas... e ficar ancorada a ele e ao que por ele sentia...
Talvez o erro tivesse sido deixar-me ir nesta maré que me levou para longe demais...
E este erro só será desfeito quando regressar a terra e aí sentir que o chão que piso é seguro e largo...para nele colocar todos os meus sentidos...

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Passou cerca de um mês desde a última palavra...foram palavras quase que proferidas num só sentido, mas foram palavras duras, de intensa mágoa, de profunda tristeza e desilusão.
Tantas linhas, repletas de um sem-fim de verdades que estavam escondidas nos meandros desta história (curta, mas demasiado intensa).
Uma história que por tão intensa marcou e marcará as vidas dos seus protagonistas, ou pelo menos, a vida daquele que a agarrou e por ela lutou.
Agora resta olhar para trás, mas sobretudo e essencialmente olhar para a frente, para o caminho que está ainda por percorrer e viver com intensa alegria. Olhar para o bom que é viver e lutar por um dia mais feliz e tentar, apenas e só, guardar aquilo que foram uns óptimos momentos, mas que alguém decidiu manchar...
Após um mês, falta ainda muita luta a travar, mas está já muita batalha ganha...
E isso é um alento ao caminho que falta...

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Livre...

É nestes pequenos momentos que percebo a intensidade daquilo que me leva a ti...
É tão forte, tão intenso, tão presente que parece estar longe o desfecho!
Não senti ainda o sabor do vento que liberta...e como precisava de o sentir.
Preciso dessa liberdade, dessa escolha, desse espaço de mim mesma e deste sentimento que me esmaga...
Preciso de sair desta estrada...encontrar outro trilho, re-definir os passos da minha vida para novamente me encontrar nessa estrada da serenidade e do contentamento.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Hoje ao acordar dei-me conta que está a chegar ao fim uma fase importante da minha vida.
Espera-me um novo desafio e uma nova realidade que obrigatoriamente vai levar ao afastamento de pessoas e coisas.
Pensar no que está para trás, no que fui e no que sou é de facto estranho e mexe cá dentro.
Sinto-me a sair de mim mesma.
Muitas pessoas preencheram e preenchem esta fase...tal como tu (e tantos TU´s existem aqui)!
Obrigada por cada etapa partilhada e atingida...obrigada por cada etapa em que o coração bateu mais rápido...obrigada por cada etapa em que chorei, sorri, lutei, alcancei!

domingo, 25 de maio de 2008

(Des)Encontro

Encontrei-te como se estivesses estado sempre no mesmo local...
Encontrei-te como se o tempo não tivesse passado e as palavras magoado...
Encontrei-te como se o momento fosse apenas a continuação...
Encontrei-te nesse cheiro, nesse toque, nesse olhar, nessa palavra
Encontrei-te no desencontro já anunciado
Encontrei-te na incerteza do momento
Mas terei-te de facto encontrado ou será apenas a ilusão de um momento partilhado?
Talvez nunca a resposta seja encontrada...porque está escondida, lá longe, no baú dos segredos!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Vestígio


Acordo à procura de um vestígio teu...

de algo que me faça sentir que estás ali!

E o ali é aquele teu toque, aquele teu olhar, aquele teu cheiro....

que recordo e procuro com a mão estendida para ti!

Mas...

nada...

não há sinal de ti...

não há a tua presença, a tua marca, o teu vestígio!

Somente a tua ausência, a tua distância, a tua incerteza...

E o teu nome, o teu rosto, o teu olhar...continuam ali...como uma sombra intensa de mim....na infinitude de uma procura...

E neste infinito procuro e anseio por ti!


Procuro


Procuro um lugar, um momento, um gesto, uma palavra, um nós e um tu...que não existe mais!

E procuro, porque aquele lugar, aquele nós me fizeram sentir, em algum momento, o ser especial!


Procuro porque não o tenho já comigo...a esse momento...a esse gesto ou palavra!


Procuro porque a alma perdida e sedenta quer um pouco mais de um momento que se perdeu nas entrelinhas da dúvida, da interrogação, da incerteza certa...nas entrelinhas das vidas comentadas...

Procuro sem saber porquê e para quê...procuro porque tu me levas a fazê-lo...
Procuro porque não soube um dia, dar vitória à razão!

terça-feira, 13 de maio de 2008

Arrepio

Não sei bem as palavras que me trazem hoje aqui, mas algo me impulsionou a fazê-lo...
Talvez porque hoje...senti, como quem sente a brisa fria das manhãs de inverno, a estranha sensação de um arrepio...
Aquele arrepio que nos prova, sem margem para dúvidas ou questões, que estamos ainda ligados àquele dia mais longo e mais quente!
Que estamos ainda ligados a uma brisa simultaneamente forte e serena, mas que nos causa um arrepio de contentamento, satisfação...
Não como este, o de hoje, que carrega a tristeza, a desilusão, a certeza do longínquo e a incerteza de existir ou não uma nova brisa que sopra de um local não novo, mas distinto!

domingo, 4 de maio de 2008

Distante

Tenho andado um pouco distante deste recanto tão necessário da minha vida...porque distante tenho andado da realidade que me prende...
Quando aqui chego todos os dias e ollho para as linhas já escritas, fica um vazio para novas linhas...porque tenho estado na corda bamba entre este vazio e a repleta presença de sentimentos confusos e difusos...e talvez por tudo isto não tenho consigo partilhar o que me vai cá dentro...
Sinto necessidade de escrever, partilha, mas sinto em primeiro a necessidade de perceber, compreender, o que penso, sinto e quero...

terça-feira, 22 de abril de 2008

Tesouro

É tão longa a estrada como a saudade que trago...
É tão distante o caminho como a desilusão que carrego...

Sei que não posso ficar parada no início deste fim de caminho, mas desbravar estrada e procurar o que ela terá guardado para mim...

Mas será que ela esconde algo meu?
Ou será como o foi até agora...que cada tesouro escondido, escondia em si um pedaço de um eu que não sei onde está ou talvez saiba que está lá no momento em que perdi a força para ressurgir?
Ou será como o foi até agora...que cada momento ofertado era roubado a algo indefenível? Que não me pertence, nem nunca pertenceu...

Queria que sim, talvez um dia, esse tesouro fosse meu...só meu...

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Indefinição

chego no momento em que partes e parto no momento em que entras
neste mundo em que corremos pelo amor, pela amizade, pelo sucesso
mas não páramos, não nos deixamos deleitar pela beleza de cada um e de cada coisa
pela grandiosidade de uma pequena palavra
pela certeza de um gesto simples
pela imensidao de um momento singular

e só assim descubro que afinal há tanta coisa ainda para descobrir, valorizar, enaltecer
ha tantas pessoas a quem abraçar, a quem olhar, a quem dizer "obrigada"
ha tantos momentos para viver, para agarrar, para desbravar

e sinto-me tão fraca quando deixo que a tristeza e a desilusão escondam todos estas descobertas..
porque não posso caminhar sem cair, mas mais ainda sem descobrir
e é isso que me têm ensinado a fazer, cada vez com mais e maior intensidade...
que posso descobrir em mim aquilo que pensei que existisse sempre lá fora, lá longe
e se valorizar isto é uma luta diária e constante, também acredito que quem luta, alcança um dia o lugar sonhado....
e sei que vou lá chegar...

terça-feira, 15 de abril de 2008

Tu

TU...essa sílaba pequena, simples, vazia...mas tão imensa, complexa e completa...
Imensa de um tu escondido e obscuro...
Complexa de um tu presente e ausente, próximo e distante...
Completa do eu que não existe em ti...
Completa de um nós que nunca o foi..

Lugar

Invadem-me sentimentos tão confusos e estranhos que por muito que procure palavras, nenhuma encontro para os definir...

A confusão, a dúvida, a incerteza, a saudade, a raiva, a desilusão, o descontentamento são apenas nomes "das batalhas sentidas cá dentro..."

Por isso é que solto palavras, grito, sorrio, choro...na inquietude destes sentimentos descobrir e de assim encontrar a (alguma) certeza perdida, algures num lugar que tu já preencheste!

Lugar que nunca mais encontrei, aonde não mais voltei...e talvez seja melhor assim, porque voltar lá só ia trazer aquela incerteza onde me habituaste a viver.

domingo, 6 de abril de 2008

Não sei quem tu és...
Nem tu sabes quem sou...
Não sabemos quem e como somos...
Porque não o quiseste descobrir...

Agora descubro sozinha o meu eu...
Como sozinha continuarei por este caminho

Mesmo sem saberes, descubro quem és
O que guardas em ti e até em cada palavra

Descobre também quem tu és....
Pois só assim vais puder construir o teu caminho...
Sem teres de magoar o caminho dos que te rodeiam

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Caminho...

"Não sei para onde vou..."
Sei que contigo não será porque contigo não encontrarei o rumo certo...
Sei que me espera um caminho tortuoso...mas é nesse caminho que quero encontrar o equlíbrio...

Passo-a-passo....
Só assim chegarei ao fim da linha...que depois de encontrada não será o fim...
Mas o início...um início comigo mesma e com a tranquilidade de que tanto preciso.

Silêncio

Esmaga-nos o silêncio...
Leva-nos para longe de nós
Para longe do que fomos e do que poderíamos ser...

Desfaz-nos o silêncio
Porque nos olhamos como se olham dois desconhecidos

Traí-nos o silêncio
Porque esconde aquilo que nos separa

O silêncio...essa realidade tão transcendente...mas que hoje e agora, se mostra dilacerante...
Não porque o quero ou peço, mas porque dele precisas para esconder a verdadeira palavra...

sexta-feira, 28 de março de 2008

Sou...

Traz-me o regresso, a certeza de que tudo terá de ser distinto...
Nada sou e nada serei se não me fizer ao largo...
Na imensidão de um novo mar...
Descoberta outrora perdida no deserto da ilusão...

Ilusão que me fez percorrer caminhos tortuosos...
Caminhos de crescimento
Mas que agora tenho de desviar da minha rota...

Sou e serei aquilo que me fizer ser...
E o ser só o é se trouxer dentro de mim
Esse mar, essa ânsia, esse lutar
Não por ti...mas por Mim...porque chegou agora a minha vez...

domingo, 23 de março de 2008


Ei-la...aquela que nos indica o caminho...
Ei-la...a luz de Cristo Ressuscitado!

Partirei...

Partirei....
Com a certeza que o regresso será diferente
Com a certeza de que os sonhos ficarão do outro lado da fronteira
Como do outro lado da fronteira ficarão as saudades e ânsias que trago...

Partirei...
Com a certeza de que só Ele me acompanha
Com a certeza de que também o renascer deve ser nosso
Como que um renascer da ilusão para a realidade

Partirei...
Sem saberes que vou, pois o silêncio nos esmaga
Sem saberes que nos separa esta fronteira
Como tantas outras nos têm separado

Partirei...
Sempre contigo...porque contigo cheguei...
Mas terei de soltar amarras e seguir sozinha...
Este caminho, que juntos não alcançará a felicidade....

sexta-feira, 21 de março de 2008

Cruz...

Veneramos Aquele que estendeu os braços por nós....
Sentimo-nos pequenos grãos nesta messe tão sedenta de gestos maiores

E estes gestos só a graça do Divino mestre nos concederá...
Porque se vivemos, sentimos, experienciamos a santidade deste dia
É por Ele que o fazemos, esperançados no e do Seu amor

A cruz...aquela que do Alto nos faz ver a redenção
Aquela que nos dilacera por dentro as culpas e os pecados
Aquela que nos faz cair por terra e dizer :"em Vossas mãos entrego o meu espírito..."
A cruz...aquela que nos dá Aquele que sabemos que nunca nos deixará
Aquela que nos faz reviver a cada Semana Santa a nossa condição de cristãos...

E se este dia é santo porque é todo de Deus
Também pela sua graça é nosso...e é nosso porque continuamos a olhar, a venerar, a sentir a cruz
...também ela como nossa...

quinta-feira, 20 de março de 2008

Semana maior...

Semana maior...
Aquela em que os maiores mistérios se diluem

Aquela em que dizemos
"Toda a nossa glória está na cruz..."
Pois só ali, na cruz, nos fazemos um Dele
Pois só ali, no mistério da cruz nos sentimos pequenos
Pequenos pela Sua imensa bondade e compaixão...

Aquela em que nos aproximamos do Pai
E dizemos
"Em Vossas mãos coloco o meu espírito..."
Em Vossas mãos colocamos os nossos anseios, as nossas faltas, as nossas orações
Para que nos aproximemos de vós
Como Verónica se aproximou e delicadamente Te enxugou o rosto

Aquela em que repletos da alegria do Ressuscitado, cantamos
"Aleluia, aleluia"
E nos fazemos mais libertos da nossa própria escravidão
Saimos dos nossos próprios cativeiros e pela luz resplandescente somos guiados
Guiados ao e pelo Pai, num caminho maior...

terça-feira, 11 de março de 2008

Desta vez não tenciono dizer palavras caras ou elaboradas, nem sequer tentar escrever um texto profundo....

O que me traz hoje aqui é apenas o carinho, a amizade, a estima, a admiração e o agradecimento que tenho pela minha pequena Sílvia, vulgo, Lanterna!! Eh eh!

Tens sido a minha luz nos momentos em que teimo em ver o céu muito muito cinzento e tens sido a minha razão quando teimo em continuar a viver num mundo distante!

Obrigada por cada palavra, cada conselho, cada conversa....não seria nada sem ti!

Sabemos o que nos une e sabemos as histórias que vivemos...e é essa partilha desmedida e sincera que faz de nós o que somos...

A chuva irá passar a Sol, nem que seja por ti!

Um futuro Alegre....

segunda-feira, 10 de março de 2008

Chove lá fora

Chove la fora...
Tantas lágrimas...
Tantas palavras esquecidas...ou que apenas ficaram por dizer...
Tantos sonhos perdidos
Tantos anseios
Tantos sorrisos ocultos
Tantos olhares escondidos

E a chuva continua la fora...
Cada vez mais intensa
Como mais intensa é cada vez mais a saudade
A vontade
A dúvida
A paixão

Não deixa de cair
Porque alimenta a terra arida e seca
Como não deixará de ser sentido
Será sentido e lembrado
Como as pequenas gotas
Que se entranham em nós
Em dias como este

sábado, 8 de março de 2008

Cada momento é um mar, um mundo, um misto de emoções, sensaçoes, mistério e magia; cada momento toca bem lá no fundo para nos lembrar que estamos vivos, que temos uma vida que é bela para viver, que temos de estar acordados para receber o que a vida e os seus momentos tem para nos dar. Cada momento é um pouco de nós que se dá e que nasce na essência das nossas almas. Viver o momento, é viver sempre um pouco mais além na busca das coisas mais positivas e que nos façam sorrir, rir, pular, que nos façam querer viver mais daqueles momentos!! Mas nem sempre os momentos são repetíveis e pior que isso, nem sempre os momentos desencadeiam outros e outros; ficam ancorados naquele dia, naquela hora, naquele instante e depois, um dia mais tarde quando nos encontramos novamente ficarão perdidos os momentos que um dia, lá no passado fizeram sentido! E terá feito alguma vez sentido? Para quem? Para mim? Para ti? ou para os que do lado de fora do nosso momento nos admiravam e olhavam, pensando que momento seria aquele, que significado teria. Terá alguns dos seres percebido a essência do momento? Será que nalgum instante nós o percebemos? Fica a dúvida, a interrugação, de um momento diferente que preencheu um pouco mais daquela folha outrora branca, que é a vida!

quinta-feira, 6 de março de 2008

Voltar ali...

Voltar ali e olha-lo de longe, porque não, ate contempla-lo....
Olha-lo na sua vida, no seu sonho, no seu caminho...
Perceber que é dali que bebe a sua fé, as suas certezas, as suas convicções....perceber que é dali e Dele que vem o que ele busca, o que ele anseia....

Mas este olhar tambem magoa, porque a cada "voltar ali" a certeza se edifica; é como olhar para um futuro não muito distante, mas sentir que tão distante estou desse futuro...porque nao me pertence...

Porque o futuro, aquele futuro, é dele e so dele... é das suas certezas e anseios e não de projectos partilhados...

Será ele e Ele...um só...como um só gostaria que fossemos tambem...

Sentimentos...

Um dia, um sinal de ti
Outro dia, a tua ausência

Uma noite, a tua presença
Outra noite, a saudade

Um sorriso, a esperança
Uma lágrima, a incerteza

Uma palavra, a dúvida
Um caminho, um sonho

Não sei...

Não sei o que sinto
Não sei o que penso
Não sei o que quero

Ou talvez saiba
E o admitir
Arranca aquilo que sou
E aquilo que talvez quisesse ser

Ecoa um grito de indefinição
Cai uma lágrima de saudade
Corre uma vontade desmedida

Uma vontade de ir
Ir mais além
Subir ao topo
E aí guardar o sabor da paixao!

Um novo inicio

A partilha de palavras sempre foi um pouco de mim...é como que um sentimento que liberta, exterioriza, cura, e por vezes magoa...

Volto de novo a estas partilhas....

Como se de novo voltasse a mim...